Um dia gostava de ir sem ida, e de não ter volta para voltar. Gostava de ficar para criar raízes e enraizar-me nas coisas que nesse lugar estariam plantadas. Oh mãe! Tanto gostar que eu gostava um dia que fosse real. Realmente um dia pode ser, mas era apenas portátil. Será um dia, um ir com volta, uma volta com certeza com uma ida pré-planeada para um outro lugar, onde me possa plantar (...) Sim também podes vir, desde que fiques por perto e me cuides. Cuides e cuides bem, porque não sou flor nem vaso, mas preciso que me cuides como tal, como tal flor, claro. Então? Vamos lá criar raízes?
Como é que se explica o facto de que esta fotografia me traz o sorriso a cada vez que a vejo, mesmo quando ele teima em não aparecer? Não sei! A razão plausível, é o facto de eu ver nela, a felicidade que existe entre nós, o amor que existe em nós, basicamente o nós em papel ou digital.
Actualmente tenho 466 boas razões para estar contigo, para querer continuar a estar, para gostar de ti, para te amar, para embirrar contigo, para fazer dezenas de coisas contigo (...) São essas 466 que me fazem todos os dias acordar e enfrentar o dia longo, ou melhor a semana longa sem ti. Obrigada! Sim obrigada por mas dares, as boas razões. Obrigada por continuares aqui de pedra e cal mesmo quando sabemos que à dias não tão bons, mas que tu fazes que esses mesmos dias maus se dissipem e se encham de um sol artificial que me aquece e me faz bem. Esta fotografia tornou-se actualmente o êxtase em todos os meus aparelhos electrónicos e mais algum e sem duvida que terei de lhe dar um lugar de topo no meu "4 paredes".
Está tão confuso que o melhor será terminar esta minha dissertação bem curta sobre ti e o nós e a fotografia fantástica que temos, não sem antes dizer: amo-te.

